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Se o homem pudesse colocar arco-íris em zoológico, ele o faria.

A frase no título é do Calvin e Haroldo. Eu a escolhi para falar sobre a famigerada temporada de caça às focas, que teve início no Canadá.
Logo explico, não sou vegetariano. Como carne. Acredito que faz parte da nossa alimentação assim como a zebra para o leão, ou a foca para o tubarão, mas isso não justifica crueldade. Se dependesse de mim, o abate seria diferente, mas a coisa com as focas não são nem para a alimentação, é para o luxo.

Abaixo, segue um texto que escrevi sobre o assunto, na temporada de 2006:

Quem se importa com algumas focas?

Ora, está aberta a temporada de caça as focas no Canadá. E daí? Grande coisa. Tem focas aos montes no Canadá. Quem se importa com uns bebês bonitinhos, inocentes e indefesos? A população de foca está crescendo mesmo, e esses bichos vem atormentando alguns canadenses.

Segundo reportagem da Reuters, "o os caçadores alegam que a caça alimenta a economia local com a venda das peles e ajuda a manter a população de focas sob controle".

Então, se não comprarmos peles, não há interesse em matar essa focas. Compreende?

A propósito a população humana vem crescendo também e esses bichos também tem incomodado os canadenses. Não só os canadenses como também o resto da humanidade e os outros animais. Portanto, acho que devemos seguir o exemplo dado por nós mesmos. Talvez colocar em cada maternidade (sugiro começar pelo Canadá) um homem com um bastão de pau, tacape, machado ou até mesmo um leão marinho, um leão, um tigre, um urso, ou qualquer outra coisa. E assim que a criança atravessar a vagina da mãe *PAF* toma uma paulada ou tem a cabeça arrancada pelo animal faminto. Não entendo porque tanta guerra contra o Terror, porque tanta indignação com a história do bebê jogado no rio. Será que ela se deve ao fato de não terem retirado a pele do bebê?

Afinal ... estamos mantendo a população de homens sobre controle.


Quem derá fosse piada de primeiro de abril.

Por: Conrado Tramontini
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Quem poupa o lobo, sacrifica a ovelha

Na semana passada, um conflito entre polícia e moradores da favela Paraisópolis em São Paulo, virou notícia. Segundo os jornais "a morte do traficante e ladrão Marcos Purcino, de 25 anos, durante uma troca de tiros com policiais militares no domingo à tarde, desencadeou a revolta de moradores da favela. Segundo o chefe do Comando de Policiamento de Área Metropolitano-5 (CPA/M-5), coronel Danilo Antão Fernandes, o protesto foi causado pela morte de Purcino, um foragido da Justiça com duas condenações por roubo".

Isso só me faz lembrar da citação atribuída a Victor Hugo "Quem poupa o lobo, sacrifica a ovelha"

ou a citação completa:

A compaixão nem sempre é uma virtude. Quem poupa a vida do lobo, condena a morte as ovelhas. (Victor Hugo)


por: Conrado Tramontini

Apreciando um bom café.

Sou um grande apreciador de café, por muitos motivos, o sabor sem dúvida é um deles, mas existem outros motivos - alguns bem óbvios - e eu gostaria de examiná-los aqui.

O mais involuntário de todos é que nasci na cidade de Garça, grande produtora de café da melhor qualidade. Claro que esse "vínculo" não se manifestou de imediato no momento do parto, não havia uma mamadeira com cafezinho fresquinho passado na hora.

Se bem que, se pensarmos, pode ter sido transmitido pelo leite materno e aí vem o segundo motivo: Minha mãe é uma grande admiradora de um café com leite, sempre presente no café da manhã e no da tarde. É um hábito quase que religioso.

Nasci em Garça, mas minha família se mudou de lá quando eu tinha 1 ano e sempre viajamos para lá para visitar meus avós e tios e nessas visitas um assunto sempre era presente: O café.

Meu avô materno tinha uma oficina e uma loja de ferragens, a "Instaladora Nosso Lar", cujo clientes em sua maioria eram fazendeiros principal…

Durmam bem seus imbecis!!!

Retirei dois textos do livro O Apanhador no Campo de Centeio (que é um dos melhores livros que já li), além da frase usada no título desse post :), que servem muito bem de orientação ... ok ok ... assunto muito sério ... bom, vamos aos textos:

Essa frase é rabiscada pelo Professor Antoni, em um papel, para o Holden. Exatamente com o intuito de orientá-lo.

A característica do homem imaturo é aspirar a morrer nobremente por uma causa, enquanto que a característica do homem maduro é querer viver humildemente por uma causa
(Wilhelm Stekel).

O segundo é um diálogo entre Holden e o Professor, ondeo o professor tenta explicar a Holden o que ele está sentindo e como isso pode ajudá-lo.

-(...) Entre outras coisas, você vai descobrir que não é a primeira pessoa a ficar confusa e assustada, e até enojada, pelo comportamento humano. Você não está de maneira nenhuma sozinho nesse terreno, e se sentirá estimulado e entusiasmado quando souber disso. Muitos homens, muitos mesmo, enfrentaram os mesmos …