25 de julho de 2013

A linha do tempo de idéias. Postagens políticas em 2004 e 2006.

As vezes não temos idéia de como o tempo arrasta nossos problemas.
Educação de qualidade, combate a corrupção não são atuais, mas você sabe a quanto tempo você debate - as vezes até de uma forma tosca - sobre isso.

O Brasil é sim um país democrático, a questão é que democracia só se faz presente quando o demo - que somos nós - estamos presentes. Se ficamos ausentes, vira outra coisa.

Uma andorinha só não faz verão.


Os três posts abaixo foram recuperados do blog antigo.

O primeiro falava sobre (mais) um novo plano de ação para o ensino público, em 2004

Ensino público

22.6.04

(...)
O governo ao invés de tentar recriar um plano de incentivos - que auxiliou os países europeus, possuidores de mão-de-obra especializada e conhecimento, no pós-guerra - deveria, antes, repensar o rumo da educação do país. Que possui atualmente um sistema de cotas racista, no melhor estilo apharteid ás avessas, e um incentivo aos alunos do débil ensino público a continuar sem aprender, facilitando a entrada, e financiando o curso, em faculdades privadas. Conscientes de que não fornecem, no 1º e 2º grau do ensino público, o nível de qualidade desejado. Só essa revisão poderia criar o conhecimento e a mão-de-obra necessários para que o citado "novo" plano, desse certo. Caso contrário, continuariamos da maneira que estamos hoje. Disperdiçando dinheiro público e oportunidades, e fingindo que ensinamos enquanto os alunos fingem que aprendem e o governo finge que eles passaram de ano.
O segundo era sobre ano eleitoral e uma greve de fome que o Garotinho prometeu que ia fazer (talvez para ganhar votos...) e a sugestão de uma candidatura espontânea, que é debatida hoje.

Ano eleitoral e promessas.

2.5.06

Bom, ano eleitoral é sempre assim. Políticos fazendo promessas (que não irão cumprir) para agradar os eleitores.


(...)

Acho que eu descobri a solução para os problemas políticos no Brasil. Qualquer um que se achar com capacidade para exercer cargo político deverá ser considerado incapaz de exercer cargo político. Imagina, o cara que se acha capaz de ser Presidente, boa pessoa não é. Não senhor. Ele deve ser trancado imediatamente. Mais ou menos como procede no Guia do Mochileiro.

Não iremos mais votar em em políticos! Deveriamos votar em pessoas normais ... até celebridades, mas não políticos. Vale até o Silvio Santos. Certamente o Brasil seria melhor.

As Universidades deveriam fazer uma prova. Um provão ou troço que valha para eleger os políticos conforme as áreas que iriam exercer. Presidente seria do curso de Administração. Ministro da Justiça do curso de Direito, da Comunicação do Jornalismo, Tecnologia da área de exatas e por aí vai.

Ta aí uma boa idéia.
  O terceiro fala sobre o lado bom de uma copa perdida.
Na época eu desconhecia que não existe relação entre a Copa e a eleição (pelo menos quando essa ocorre fora do nosso país).

Melhor assim.

1.7.06

Então o Brasil perdeu a copa do mundo, hein! O tão famoso time das estrelas volta para casa, hein!

Melhor assim. Primeiro porque seria difícil ficar falando "o sonho do hepta". Segundo porque eu comprei minha camiseta no meio do campanha do penta, e ela ainda tem só 4 estrelas. Assim pelo menos o "upgrade" pode esperar mais um tempo.

Outro motivo é psico-político. E política é coisa que brasileiro não liga muito, afinal, eles nem controlam o país mesmo ... deixa para lá.
(...)
 Quarto, Super-nanny para ensinar os políticos que não pode dolar na Cueca, não pode dinheiro para dossiê, não pode "máfia dos sangue-sugas" (no Ministério da Saúde do governo do PT, que agora arruma uma solução para a Saúde)

Como disciplinar políticos rebeldes?

3.10.06

O seu político não se comporta? não te obedece? está te enlouquecendo? Só tem uma solução:

Super-nanny !!!!!

Ela irá ensinar o que é permitido e o que não é permitido para aquele seu político diabinho. E caso ele não se comporte vai para o tapete da disciplina!!!


 E por fim, se você pensa que eu sou um Direitinha Tucano, aqui vai a análise das ações do Alckmin junto ao PCC, em 2006.


Facilitando o voto com base nas ações do PCC

12.7.06

(...)

PT e PSDB ficaram em um jogo de empurra para passar a culpa enquanto os bandidos faziam a festa e, pasmem, preocupados com aparência política, enquanto a cidade fica um caos.

(...)

Para resumir e facilitar o voto: Se Lembo não aceitar, não vote no Alckmin. Se ele aceitar, não quer dizer muita coisa, mas você pode voltar a cogitar o Alckmin

Tudo isso aconteceu lá no passado.

Qual foi a sua atitude de 2004/2006 até hoje? Será que você colaborou para que esses problemas se perpetuassem, ou agiu para resolvê-los?

Por fim, só sair na rua não resolve.
Quebrar tudo, menos ainda - políticos adoram consertar coisas.

O mídia oficial é formada por pessoas, a alternativa também.
Os governos são formado pr pessoas, as manifestações também.

Vento que venta cá é o mesmo vento que venta lá.
Cuidado com a verdade na qual você acredita e replica.
Pense bem, raciocine e só por fim conclua.


por: Conrado Tramontini
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