5 de fevereiro de 2007

Portões de fogo.



Podia dizer como sempre ... blá blá blá, tô lendo um livro e blá blá blá...

Mas esse, esse é especial. Não melhor nem pior que outros. Acontece que esse, Portões de fogo, fala sobre a batalha das Termópilas (do Grego Θερμοπύλαι, thermopylai, significando "portões quentes").

Um antigo estreito situado no centro da Grécia, e que devem o seu nome ao fato de no seu interior existirem duas fontes sulfurosas, sendo que o estreito – uma simples faixa de areia entre o mar e o desfiladeiro –, em três dos seus troços (as três «portas», donde o estreito houve o seu nome), era de tal forma estreito que, de acordo com a narrativa do historiador Heródoto de Halicarnasso, apenas podia passar um carro de cada vez (Histórias, Livro VII, 176).


Não vou aprofundar muito sobre a batalha, quem desejar mais informaćões veja o post sobre o filme 300

O livro envolve uma história real com uma história fictícia em uma bela narrativa. Para quem é maluco por isso, existem momentos que enchem o coraćão e arrepiam a espinha, como na abertura do livro onde ele cita um dos mais famosos epitáfios da história, erguido em memória aos 300 espartanos que ali lutaram:
Digam aos espartanos, estranhos que passam, que aqui, obedientes às suas leis, jazemos.


Atualização - Terminei de ler o livro.
Para sintetizar a minha sensação ao ler o livro, digo que não é um livro para ser lido, mas sim um livro para ser vivido! Ah, como eu queria ter nascido em 480 a.c.
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