6 de fevereiro de 2007

Portões de fogo (2) + Aníbal

Por mais animado que eu estivesse para escrever sobre o livro Portões de Fogo, ontem, eu já sentia o sono, irmão da morte, subir pelos meus pés (homenagem a Tati!) e não consegui fazer jus ao livro.

Então volto com um segundo post para realçar o que anima em ler um livro como esse. Além da belíssima escrita, a história é facinante. Nos remonta a um tempo onde o Rei luta ao lado de seus soldados, um tempo onde a guerra é feita por motivos nobres e a honra e a coragem do homem é o maior de seus bens.

Muito diferente de hoje em dia, onde generais conduzem as guerras de um QG a quilometros e quilometros de distância do campo de batalha e onde honra é algo esquecido por muitos. Foge do que se vê hoje em dia em qualquer cidade e naqueles que se dizem "guerreiros". É algo digno de inveja ler sobre o relacionamento das pessoas, dos guerrerios e dos seus Reis; ou sobre a forma que uma cidade é construída, como a luta é travada, como os inimigos se enfrentam com dignidade; Como esses homens entram para a história por aquilo que fazem em prol da comunidade.

Mencionei Aníbal no Título por outro livro que li, que conta a história de Aníbal que colocou Roma a seus pés com honra e bravura, que fez feitos incríveis. Ler esses dois livros é além de aprender sobre a história real de batalhas incríveis, feitos de bravura enormes, que realmente aconteceram, é saber do que a humanidade é, ou foi, feita um dia.

São 2 histórias de batalhas que foram perdidas, mas os derrotados (se podemos chamá-los assim) são quem são lembrados e adorados.
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